Primeiro Colocado - Categoria Política.

Somente PARABÉNS!



Quem efetuou o disparo perfeito foi o Major da PM Busnello e quem deu essa entrevista foi o mesmo Tenente Coronel, chamado Príncipe, que na época do então Governador Garotinho, retrucou asperamente com o Secretário de Segurança Marcelo Itagiba exigindo um salário digno para a Polícia Militar, enquanto outros oficiais em sua volta falavam para ele ficar quieto.

O mesmo Tenente Coronel Príncipe, quando da queda do Coronel Ubiratan, teve a hombridade de entregar (realmente) o cargo, postando seus comandados em forma e explicando os motivos de sua atitude (digna).

É o mesmo que estava ao nosso lado no movimento de melhoras para a Polícia Militar e para o policial militar.

Ele também é o mesmo que está indo em manifestações populares pela PEC 300.

Parabéns Coronel. Minha continência ao senhor. Tenha certeza que é cada vez mais respeitado pelos seus subordinados e que, TODOS, torcemos muito que dessa vez não haja desculpas para que não ocorra sua promoção, REALMENTE MERECIDA.

Quem sabe um dia o senhor não possa ser nosso Comandante Geral, e lutar com o Governo para algo melhor do uma gratificação de 350 reais aos aptos da PM, excluindo os reformados, aposentados e pensionistas, além dos que saem de férias, sofrem acidentes, têm câncer, AIDS, etc. Quem sabe um dia conseguiremos coisa melhor que isso...

Novamente, simplesmente parabéns. Continue sendo o homem honrado que é.

11 comentários:

Anônimo | 25 de Setembro de 2009 18:37

Realmente o tenente-coronel Príncipe está de parabéns. Atuação perfeita dele e de toda a sua equipe. O tiro foi perfeito, assim como a negociação que fez o bandido sair da farmácia e ficar na mira do atirador.

A todos, meus parabéns.

Carla | 25 de Setembro de 2009 20:30

Realmente parabéns ao cel. Príncipe e ao Maj. Busnello.
E, só para lembrar a quem interessar possa, coitados somos nós, inocentes, honestos e trabalhadores, quem ameaça pessoas com armas e granadas assume o risco de perder a própria vida.

Informe de Segurança Pública | 25 de Setembro de 2009 20:33

Parabéns a todos PPMM ,envolvidos na ocorrência,e Principalmente o Ten.Cel Principe e o Major Busnello,espero que sejam Promovidos por Bravura,não seria nada alem do justo.

Anônimo | 26 de Setembro de 2009 00:24

Continência a todos, e ao CAPITÃO JAGUAR.

Anônimo | 26 de Setembro de 2009 08:43

-COM A PALAVRA O DIREITOS HUMANO.


OUSE A LUTAR
OUSE VENCER.

Anônimo | 26 de Setembro de 2009 19:40

...Entretanto, fico a pensar: será que na concepção de muitas pessoas essa polícia que dá prova de eficiência não é a polícia do governador Sérgio Cabral? Será que entenderão que o Coronel Príncipe, como tantos outros policiais dígnos,antecedem ao atual governo medíocre e destruidor da Polícia Militar? Que um policial com a qualidade profissional e moral de um Cornel Príncipe não é fabricado politicamente e, portanto, não pode ser usado como garoto- propaganda para eleger ou reeleger político salafráio?
Sei não. Não ficarei surpreso se as imagens que hoje mostram a ação perfeita dos policiais que salvaram uma refem e eliminaram com um tiro certeiro um criminoso que a dominava venham a ser exibidas na próxima campanha política, quiçá, com um título assim:O GOVERNO SÉRGIO CABRAL INVESTIU NA SEGURANÇA PÚBLICA E NA FORMAÇÃO DOS POLICIAIS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO".

O que o senhor acha disso Capitão?

Anônimo | 27 de Setembro de 2009 01:13

Já que o capitão respondeu quem era o Coronel Príncipe, informo que o Major Busnello é aquele que um certo juiz e um promotor queriam prender arbitrariamente em um episódio no Maracanã. O mesmo que depois até o Sveiter se meteu no meio para pressionar o delegado a prender. Não sei como esse delegado segurou o rojão, mas o cara teve peito e não cedeu ao presidente do TJ, ao juiz e ao promotor (o que deu a maior briga entre PC x promotores e juízes). Conclusão: se estivesse preso por conta do capricho daqueles "juristas" que acham que dois supostos crimes de jecrim dão prisão em flagrante (quando a "vítima" é amiga da corja deles), o major estaria preso e a comerciante provavelmente morta por mais essa "vitima da sociedade". O pior foi ler jornais xingando o major de arbitrário e tomando partido do juiz e do promotor ! Será que tais jornalistas ainda se lembram disso?

GUERREIRO | 27 de Setembro de 2009 11:07

coronel principe,ja de longa data que vejo as atitudes de seu comando sempre disposto a esta ao lado da tropa,estive com o SR,NA MARCHA DO PEC,cmt dessa natureza que a nossa briosa precisa,talves num futuro proximo,o seenhor sente naquela cadeira e comande a nossa briosa conforme ela deva ser comandada.pois como dizia meu velho pai,nos somos o reflexo do nosso pai,e A TROPA E O REFLEXO DO COMANDANTE. CONTINUE SEMPRE NESTA LINHA POIS NOS COM CERTEZA O SEGUIREMOS. SGT COMBATENTE.

Anônimo | 28 de Setembro de 2009 00:40

Sem comentários. LASTIMÁVEL. Mais um episódio triste, que demonstra o quanto a Polícia Militar do RJ está longe do ideal.

Antes que me critique pela franqueza e coragem em expor minha opinião, sabedor que não agradarei, informo que sou Promotor de Justiça, logo tenho uma perfeita compreensão acerca do universo da criminalidade e de estudos acerca da forma ideal de combate aos desvios.

Acontece que a Polícia Militar do RJ parece desconhecer o que signifique estudar. Parece desconhecer que mesmo o delinqüente é um cidadão passível de recuperação, e não um inimigo que precise ser eliminado. É por isso que convivemos com tanto desvio, tanto arbítrio, tantas execuções, etc. por conta dessa instituição.

Matar deveria ser SEMPRE a última opção, se é que merece ser considerada uma opção. Não vi isso nesse infeliz episódio. Vi sim foi a PRECIPITAÇÃO em logo "abaterem o inimigo" na primeira oportunidade, sem que antes tentassem esgotar sua resistência fazendo com que se entregasse. Vi uma truculência que estimulará futuros delinqüentes a matarem suas vítimas, pois imaginarão haver outros executores da PM à espreita, sedentos para matá-los.

A PRECIPITAÇÃO dessa ação demonstrou mais uma vez o absoluto DESPREPARO dos condutores da "negociação" e resultará em um acréscimo na violência.

Apenas lastimo e muito por mais esse episódio de incompetência. Pior do que ele, apenas o fato de que populares tenham aplaudido a barbárie, e que muitos estejam a favor de um ato que trocou a isenção da Justiça pelo arbítrio policialesco travestido de "justiça pelas próprias mãos".

Já se perguntaram agora se, depois de periciada, checarem que a tal granada era falsa (de brinquedo)? E se o tiro errasse o alvo? Espero honestamente que o banco dos réus onde sentará o executor o faça refletir melhor acerca da sua reprovável atitude.

Eficiência policial jamais será sinônimo de "bandido" morto no chão, e sim de delinqüente preso e submetido à Justiça. Será que um dia os senhores aprenderão, ou precisaremos desenhar ???

Anônimo | 29 de Setembro de 2009 15:15

Comemorar uma ação cujo desfecho é a morte é o maior sinal do FASCISMO da política de segurança, da polícia e da imprensa carioca.

Anônimo | 30 de Setembro de 2009 20:57

Promotor,vista uma farda e vá bater de frente com bandido,abdique de seu polpudo salário também,receba e contente-se com o salário de soldado,aliás,não é uma injustiça um promotor receber um salário equivalente ao de 25 policiais?Ou seria um crime?

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