Esse vídeo, muito bom, foi feito por um jornal e adaptado.
Todos que vestem nossa farda, ao olhar as imagens, se lembrarão de momentos parecidos que viveram em nossa Polícia Militar.
Parabéns ao Coronel Esteves pela declaração. É uma verdade que dói, pois todos nós gostaríamos de ser queridos por nossa sociedade e valorizados por nossos Governos.
Acusações do Super Del Pol Alexandre Neto
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Esse texto, segundo a jornalista Roberta Trindade, é do Super Del Pol Alexandre Neto. Engraçado como não vejo em nenhum momento ele acusando Policiais Militares de nada. Na verdade, ele só acusa integrantes de sua própria casa.
Ahhhh... Mas esqueci!!! Jogar a culpa no miserável do PM é sempre mais fácil.
Retirado do Blog Pauta do Dia
“UOMINI D’ONORE
Os diálogos obtidos a partir das investigações da Polícia Federal ao chamado grupo dos “INHOS” dão a dimensão do envolvimento destes com o ex-chefe de Polícia e a verdadeira noção da teia interinstitucional que se form
ou a partir de tal perigosa ligação, que alcançou os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além do próprio Ministério Público, desnudando ainda o próprio perfil da inspetora de polícia - e atual deputada federal - que diz ter prendido os maiores marginais do Rio de Janeiro durante os governos da família Garotinho.Não foi à toa que ela foi escolhida, a dedo, por Álvaro Lins para ocupar cargos estratégicos e importantes da Polícia Civil Fluminense. Foi a primeira inspetora a ocupar a chefia do CINPOL (Centro de inteligência da Polícia Civil), em detrimento de uma autoridade policial. Para ela não valia a chamada “Lei da Mordaça”. Tinha autorização para dar entrevistas e enaltecer os feitos da administração de seu ex-chefe, a quem passou a dever sua notoriedade nos meios de comunicação. Daí sua indignação ao dossiê sobre seus amigos “INHOS” e aos artigos publicados no “O GLOBO” pelo ora subscritor, que sempre davam conta do desastre da política populista implantada pelo governo Garotinho na área da segurança pública, cujos reflexos são suportados pela sociedade e pelo atual governo. As grandes “canas” que a inspetora diz ter patrocinado não resolveram o problema de nosso estado. Mas certamente resolveram o seu, pois hoje ela é deputada federal e abandonou “sua equipe” de policiais à própria sorte em uma delegacia no interior do estado, “deixando-os na pista”.
O teor das escutas telefônicas procedidas pela Polícia Federal vieram demonstrar a inoperância dos órgãos de inteligência estadual, que nada sabiam sobre o que acontecia dentro de sua própria casa, além do que comprovam que o verdadeiro crime organizado não está nas favelas, mas sim nos gabinetes do próprio Poder Público, onde aqueles que deveriam respeitar a lei são os primei
ros a descumpri-la em proveito próprio e de suas camarilhas.Pelo conjunto da obra, a função dela, durante a passagem pelo CINPOL, certamente foi a de prender os bandidos de fora e manter soltos os delinqüentes de dentro da Polícia. Aliás, a prova disso eram as visitas quase que diárias aos “INHOS” na carceragem da DAS após a prisão dos mesmos pela Polícia Federal. A inspetora de polícia, que ora está na condição de deputada federal e pensa encontrar-se acima da lei, vai ter que torcer muito para que nada aconteça àquele que foi alvo de seus desastrosos comentários, até porque dentro da Polícia aqueles que não se submetem aos acordos espúrios e à subserviência que vem de cima realmente “não valem nada” mesmo. Os que prestam são aqueles que manifestam sua profunda amizade a quadrilheiros e usam linguajar subalterno, análogo ao de marginais. O círculo confessado de amizades da deputada federal e a sua postura de pessoa pública é de dar inveja aos seus colegas parlamentares.
A má remuneração das polícias é proposital e visa a coloca-las sob o jugo dos políticos, que não querem uma lei orgânica para livra-las daqueles que delas se utilizam para alcançar cargos públicos e ficarem imunes da Justiça graças ao chamado foro privilegiado. Numa verdadeira democracia, os políticos e agentes públicos, quando flagrados em crimes contra o erário e demais agentes, deveriam ser apenados em dobro, assim como os marginais e os próprios servidores que ousassem atentar contra a vida de tais agentes.
A situação é de extrema gravidade, pois a Inspetora Marina Magessi foi flagrada antes de ser deputada federal diplomada. Não cometeu crime de opinião em razão de cargo político, mas sim transgressão disciplinar passível de demissão e crimes comuns que atentam contra a ordem pública, a honra e a própria vida de um superior hierárquico, onde um dos interlocutores se encontra preso e denunciado pelo Ministério Público Federal por formação de quadrilha e corrupção passiva, daí resultando o perigo concreto contra a vida da pessoa indicada no diálogo captado licitamente. A inspetora era uma esperança de representatividade da classe policial civil no Congresso Nacional, mas hoje não passa de mais uma defensora do maior esquema de corrupção já visto na polícia fluminense. É uma pena… mas a história nos ensina que os covardes apenas têm vontade, porém precisam dos corajosos para torna-la realidade.
Alexandre neto - Delegado de Polícia Civil do Rio de JaneiroRio de Janeiro, 13 Abril de 2007.”
Infelizmente não consegui fotos dos famosos "inhos", já que eles são muito bem encobertos. Se alguém tiver, favor me enviar para o e-mail, já que merecem também, com toda a pompa, a fama dada aos nossos Policiais Militares. E por falar em fama, esse vídeo é bom para relembrar alguns conhecidos:
Últimos Acontecimentos e Movimentos
Impressionante como as coisas acontecem, devido aos posicionamentos surpreendentes de certas pessoas.
Poucas semanas atrás, antes até mesmo de se iniciarem as operações pirotécnicas da Polícia Civil visando a prisão de Policiais Militares, estávamos juntos em prol dos mesmos objetivos, quais sejam, a equiparação salarial.
Lembro que a pouquíssimo tempo estávamos aqui, e em outros Blogs, debatendo abertamente com Delegados de Polícia, que inconformados, usavam todo o tipo de alegação estapafúrdia dizendo que tal equiparação não era possível, ou melhor, ilegal. Se realmente o fosse, o Deputado Estadual DELES não teria feito um projeto de lei visando a equiparação com os Promotores de Justiça.
Continuo, sem sombra de dúvidas, achando que o melhor para a Polícia Militar seria sim a equiparação salarial com a Polícia Civil, ou melhor, explicando corretamente para os inimigos não deturparem: os topos das Corporações ganhando o mesmo. Até porque, não adianta um aumento hoje de 100%, se iremos demorar mais alguns anos para ter outro. Aí, em alguns anos, toda a luta teria que ser recomeçada do zero. O que não aconteceria com a equiparação, devido ao reajuste automático que haveria entre ambas as instituições, já que os senhores Delegados não ficam sem aumento. Estamos querendo somente o que os Delegados de Polícia querem...
Poucas semanas atrás, os Delegados de Polícia estavam morrendo de medo de nós. Chegaram a mandar uma carta para o Governo e para a imprensa nos atacando. Quem não se preocupa, não faz isso. Quem não se preocupa, não entra em contato conosco para negociar, como chegaram alguns Delegados a fazer. E hoje, parece que estão bem tranqüilos, tendo em vista nossas brigas internas.
Infelizmente, nas últimas semanas, vi em outros Blogs policiais militares uma total falta de compromisso e responsabilidade, até mesmo com a Corporação. Simplesmente estão deixando qualquer um anônimo postar qualquer tipo de comentário, que muitas vezes serve apenas para ofender “a”, “b”, ou “c”, além de visarem a desunião e gerar o medo entre nós, com uma óbvia contra-inteligência destinada ao nosso público interno e aos jornalistas.
Não sou contrário, absolutamente, que cada um exponha sua opinião, mas, sinceramente, não consigo acreditar que um policial militar escreva os absurdos que estou lendo. Não consigo acreditar que não estejam enxergando que tudo o que está acontecendo faz parte de um simples, mas inteligente plano, para nos desmobilizar e desmotivar. Quem nos garante que tais comentários, repito, ANÔNIMOS, não são de Delegados e simpatizantes com a classe? Sinceramente, comparar a Polícia Civil com a Inglaterra é piada. E nós, com a Argentina, é ridículo.
Se eles nos investigam, estão certos, talvez nós é que estejamos errados de não investigá-los nos crimes que cometem. Quantas vezes os senhores, Policiais Militares, não foram corporativistas com os companheiros da PC? Se estiverem errados, façamos como eles estão fazendo - repito, com razão - ajam de acordo com a lei. A sociedade irá agradecer... Simples, né??? Ou temos medo disso????
Ou devemos incutir em nossas cabeças que somos uns pobres coitados de 40 mil homens armados e fardados, frente a 8 mil homens, em uma escalinha de 24x72 horas? Será que chegamos tão baixo em nossa alta estima que nos consideramos assim? Se chegamos, saibam que estão errados!! Somos iguais a eles.
Torno a repetir que respeito a opinião e posicionamento de todos, mas os que realmente são policiais militares, não entrem nesse jogo ridículo de ofensas que alguns querem que mostremos. Vamos debater, trocar idéias. Isso sim será muito mais importante do que xingar pessoas.
Os passos do movimento continuam, talvez alguns achem mais lentos, mas saibam que em breve nos terão ao seu lado nos Batalhões. Daqui a muito pouco tempo isso acontecerá. E alguns se surpreenderão da maneira que será e onde será.
Na próxima reunião com o Governador, além das entidades de classe, haverá representantes do nosso movimento. No mínimo estará com aquela autoridade um Oficial e um Praça, para acabar com as alegações infundadas que nosso movimento é de “Oficiais”. Cabe dizer que dessa vez, ao contrário da primeira, onde preferiram discursar sobre a feitura de termo circunstanciado pela PM, falaremos EXCLUSIVAMENTE de salários. Mostrando dados financeiros e pesquisas recentes realizadas na Corporação, onde mostra que a grande maioria de nossos policiais não querem permanecer, devido aos salários.
Além disso, estaremos, contrariando o que estão alardeando aos 4 ventos, conversando com os representantes da Polícia Civil, chamados de tiragem, que são quem estão no mesmo barco salarial que nós. Estaremos, também, entrando em contato com os companheiros dos sindicatos dos professores e médicos do Estado. Portanto, não queremos briga, como sempre falamos, com nenhuma classe. Apoiamos integralmente suas pretensões salariais, mas estamos apenas lutando pelo que achamos ser direito nosso.
Torno a repetir. Não sou líder de movimento nenhum ou tampouco mártir. Não tenho pretensões políticas e nada do que estou fazendo me dá ganho nenhum, muito pelo contrário, estou queimado até, pelo menos, as duas próximas gerações. Tento somente contribuir para que, em um futuro próximo, ganhemos um salário digno, para eu não ter que sair da Corporação que amo. Sempre fui pobre, entrei na Corporação como Soldado e tudo o que tenho na vida, por menos que seja, devo à minha Polícia Militar. Espero que quem sinta o mesmo que eu, se não coaduna com nossas idéias, pelo menos não atrapalhe o pouquinho que estamos tentando fazer. Algo, inclusive, que sabemos nunca foi feito.
Agradeço a todos e, principalmente, aos donos dos Blogs, para que não mais permitam os tristes acontecimentos das últimas semanas, onde os comentários viraram sinônimo de ofensas internas e desmoralização da Polícia Militar.
JUNTOS SOMOS FORTES!!!
Poucas semanas atrás, antes até mesmo de se iniciarem as operações pirotécnicas da Polícia Civil visando a prisão de Policiais Militares, estávamos juntos em prol dos mesmos objetivos, quais sejam, a equiparação salarial.
Lembro que a pouquíssimo tempo estávamos aqui, e em outros Blogs, debatendo abertamente com Delegados de Polícia, que inconformados, usavam todo o tipo de alegação estapafúrdia dizendo que tal equiparação não era possível, ou melhor, ilegal. Se realmente o fosse, o Deputado Estadual DELES não teria feito um projeto de lei visando a equiparação com os Promotores de Justiça.
Continuo, sem sombra de dúvidas, achando que o melhor para a Polícia Militar seria sim a equiparação salarial com a Polícia Civil, ou melhor, explicando corretamente para os inimigos não deturparem: os topos das Corporações ganhando o mesmo. Até porque, não adianta um aumento hoje de 100%, se iremos demorar mais alguns anos para ter outro. Aí, em alguns anos, toda a luta teria que ser recomeçada do zero. O que não aconteceria com a equiparação, devido ao reajuste automático que haveria entre ambas as instituições, já que os senhores Delegados não ficam sem aumento. Estamos querendo somente o que os Delegados de Polícia querem...
Poucas semanas atrás, os Delegados de Polícia estavam morrendo de medo de nós. Chegaram a mandar uma carta para o Governo e para a imprensa nos atacando. Quem não se preocupa, não faz isso. Quem não se preocupa, não entra em contato conosco para negociar, como chegaram alguns Delegados a fazer. E hoje, parece que estão bem tranqüilos, tendo em vista nossas brigas internas.
Infelizmente, nas últimas semanas, vi em outros Blogs policiais militares uma total falta de compromisso e responsabilidade, até mesmo com a Corporação. Simplesmente estão deixando qualquer um anônimo postar qualquer tipo de comentário, que muitas vezes serve apenas para ofender “a”, “b”, ou “c”, além de visarem a desunião e gerar o medo entre nós, com uma óbvia contra-inteligência destinada ao nosso público interno e aos jornalistas.
Não sou contrário, absolutamente, que cada um exponha sua opinião, mas, sinceramente, não consigo acreditar que um policial militar escreva os absurdos que estou lendo. Não consigo acreditar que não estejam enxergando que tudo o que está acontecendo faz parte de um simples, mas inteligente plano, para nos desmobilizar e desmotivar. Quem nos garante que tais comentários, repito, ANÔNIMOS, não são de Delegados e simpatizantes com a classe? Sinceramente, comparar a Polícia Civil com a Inglaterra é piada. E nós, com a Argentina, é ridículo.
Se eles nos investigam, estão certos, talvez nós é que estejamos errados de não investigá-los nos crimes que cometem. Quantas vezes os senhores, Policiais Militares, não foram corporativistas com os companheiros da PC? Se estiverem errados, façamos como eles estão fazendo - repito, com razão - ajam de acordo com a lei. A sociedade irá agradecer... Simples, né??? Ou temos medo disso????
Ou devemos incutir em nossas cabeças que somos uns pobres coitados de 40 mil homens armados e fardados, frente a 8 mil homens, em uma escalinha de 24x72 horas? Será que chegamos tão baixo em nossa alta estima que nos consideramos assim? Se chegamos, saibam que estão errados!! Somos iguais a eles.
Torno a repetir que respeito a opinião e posicionamento de todos, mas os que realmente são policiais militares, não entrem nesse jogo ridículo de ofensas que alguns querem que mostremos. Vamos debater, trocar idéias. Isso sim será muito mais importante do que xingar pessoas.
Os passos do movimento continuam, talvez alguns achem mais lentos, mas saibam que em breve nos terão ao seu lado nos Batalhões. Daqui a muito pouco tempo isso acontecerá. E alguns se surpreenderão da maneira que será e onde será.
Na próxima reunião com o Governador, além das entidades de classe, haverá representantes do nosso movimento. No mínimo estará com aquela autoridade um Oficial e um Praça, para acabar com as alegações infundadas que nosso movimento é de “Oficiais”. Cabe dizer que dessa vez, ao contrário da primeira, onde preferiram discursar sobre a feitura de termo circunstanciado pela PM, falaremos EXCLUSIVAMENTE de salários. Mostrando dados financeiros e pesquisas recentes realizadas na Corporação, onde mostra que a grande maioria de nossos policiais não querem permanecer, devido aos salários.
Além disso, estaremos, contrariando o que estão alardeando aos 4 ventos, conversando com os representantes da Polícia Civil, chamados de tiragem, que são quem estão no mesmo barco salarial que nós. Estaremos, também, entrando em contato com os companheiros dos sindicatos dos professores e médicos do Estado. Portanto, não queremos briga, como sempre falamos, com nenhuma classe. Apoiamos integralmente suas pretensões salariais, mas estamos apenas lutando pelo que achamos ser direito nosso.
Torno a repetir. Não sou líder de movimento nenhum ou tampouco mártir. Não tenho pretensões políticas e nada do que estou fazendo me dá ganho nenhum, muito pelo contrário, estou queimado até, pelo menos, as duas próximas gerações. Tento somente contribuir para que, em um futuro próximo, ganhemos um salário digno, para eu não ter que sair da Corporação que amo. Sempre fui pobre, entrei na Corporação como Soldado e tudo o que tenho na vida, por menos que seja, devo à minha Polícia Militar. Espero que quem sinta o mesmo que eu, se não coaduna com nossas idéias, pelo menos não atrapalhe o pouquinho que estamos tentando fazer. Algo, inclusive, que sabemos nunca foi feito.
Agradeço a todos e, principalmente, aos donos dos Blogs, para que não mais permitam os tristes acontecimentos das últimas semanas, onde os comentários viraram sinônimo de ofensas internas e desmoralização da Polícia Militar.
JUNTOS SOMOS FORTES!!!
Enquanto isso, em Medellin...

O Secretário de Ação Social da cidade do Rio de Janeiro, Marcelo Garcia, que vem contribuindo de forma substâncial à Polícia Militar, seja através de apoios aos GPAEs, seja através de apoio ao novo site destinado aos Policiais e Bombeiros Militares, que será colocado em breve no ar, escreveu a seguinte informação em sua newsletters diária:
"1- Continuo na Colômbia com o Prefeito Cesar Maia. Hoje estivemos em Medellin conhecendo mais programas de Segurança Cidadã, que é como eles chamam aqui. Todos os Prefeitos, Governadores... que conversamos falaram a mesma coisa em relação a queda da violência na Colômbia: Primeiro se enfrentou o crime para depois se estabelecer projetos Sociais.
2- No Brasil existe uma forte resistência de se defender que o crime e o tráfico devem ser enfrentados com a força da Polícia e do Exército. O falso debate de que projeto social combate a violência, não foi a realidade na Colômbia, que serve de exemplo para todo mundo. E no Brasil o crime vai se consolidando cada vez mais. O que será feito?
3- Os Colombianos afirmam que os projetos sociais entram com força quando o crime, gangs, guerrilha... estão vencidos pelo Estado Colombiano. Esta é uma questão FUNDAMENTAL para pensarmos no Brasil.
4- Precisamos valorizar nossa Polícia e dar condições para que esta possa vencer o crime no Brasil."
A revolução social que houve e está havendo na Colômbia, começou inicialmente com a mudança da sua polícia. Tanto a mudança estrutural como a mudança cultural.Nos primeiros anos dessa mudança, que começou em 1991, mais de 40% dos policiais daquela força foram demitidos, devido à grande corrupção enraizada por décadas de abandono e descaso com os policiais.
Além dessa medida extrema, o Governo, conjuntamente, deu total infra-estrutura à Polícia, colocando
salários dignos, dando meios materiais aos policiais - equipamentos, principalmente de segurança individual - e valorizando a profissão perante a população.
salários dignos, dando meios materiais aos policiais - equipamentos, principalmente de segurança individual - e valorizando a profissão perante a população.O caos que a pouco tempo a Colômbia vivia, se retrata atualmente nas cidades brasileiras. Porém, lá, a sociedade e o Governo se conscientizaram que não adiantava investir no social, visando a redução de crimes, antes de se acabar ou diminuir muito com os criminosos existentes.
Os teleféricos, parques desportivos, etc, etc, etc realmente foram feitos, mas somente depois que as regiões onde eles seriam colocados estivessem com índices baixos de criminalidade.
Enquanto tal mudança de mentalidade não ocorreu, o que se via naquele país era corrupção de
policiais e suas mortes. Gerando o mais profundo caos social que rodou o mundo. Hoje em dia, o mesmo retrato está acontecendo no Brasil. Porém, insistimos, em cometer erros que os Colômbianos deixaram para trás.
policiais e suas mortes. Gerando o mais profundo caos social que rodou o mundo. Hoje em dia, o mesmo retrato está acontecendo no Brasil. Porém, insistimos, em cometer erros que os Colômbianos deixaram para trás.Até quando o Brasil será a nova Colômbia de 10 anos atrás? Até quando os Governantes estarão pensando primeiro nos votos e depois na solução da crise? Até quando nossos policiais e nossa população irão sofrer? Até quando, meu Deus???

Um Barco Só - Todos Naufragando e Reunião Aberta Terça.
Caros leitores. Demorei a postar novamente somente por falta de tempo em relação ao trabalho e assuntos familiares, não que o movimento acabou.
E sabem por que o movimento não acabou e nem vai acabar?? Porque chegamos a um ponto que não temos mais alternativas. Ou melhoramos a Polícia Militar, com, principalmente, a valorização do nosso funcionário, através de salários dignos, ou ela se extinguirá. E não pensem que se extinguirá sozinha, caros leitores. Levará junto nossa irmã, a Polícia Civil. Mesmo com alguns ganhando muito bem, estão no mesmo barco que o nosso...
Por que eu falo isso? Porque estamos todos juntos no abandono, na falta de preparo, na falta de capacidade técnica e profissional, além, é claro na crise nacional de falta de honestidade e caráter. Tome por isso o exemplo de nosso amigo, o Delegado
de Polícia Civil Célio Eduardo Alcântara Erthal, que, recém ingresso na Corporação, foi acusado por diversas pessoas de realizar assaltos em Niterói, acompanhado de mais dois policiais civis e um agente do DESIPE.
Acabou por aí? Claro que não... Alguns poderiam dizer que, na verdade, esse moleque de terno não deveria nem ter entrado na Polícia Civil, já que foi reprovado em algum exame, incorporando somente por liminar. É... poderiam dizer. Mas e a sua namorada??? A Delegada Raíssa Cellis, que assumiu a ocorrência dos supostos assaltos que o moleque realizara com os outros cúmplices – porque, para mim, aquilo era uma quadrilha, agiu como nós, policiais militares, estamos cansados de ver quando levamos um policial civil preso. Desqualificou a ocorrência toda. O ROUBO se transformou em DESACATO, sobre alegações para os PM's "deixarem isso pra lá".
Será que ela também não era para ser policial?? E os cúmplices?? Os dois policiais civis que ainda fugiram do local de crime. Também não eram para estar na Polícia Civil?? Será que a justiça é que é a culpada deles todos serem policiais? Alguns ganhando mais de 8 mil reais mensais do Estado para realizar assaltos!!!
Quinta-feira uma amiga foi em uma Delegacia. Ela, como milhares de mulheres, vem sendo ameaçada pelo marido após uma separação. Foi, orientada por mim, prestar uma queixa de ameaça. Simples assim... E o que o policial civil de plantão fez?? Disse que não iria realizar o registro!!! Simples assim também. Alegava ele que era muito difícil uma prova do que ela estava falando e que, então, não faria a ocorrência.
Novamente orientada por mim, solicitei que falasse para esse nobre “sei lá o que”, porque policial ele não é, que se a ocorrência não fosse registrada ela estaria comparecendo à Corregedoria Unificada e à Delegacia de Dia. Depois disso, o nobre “colega”, virou uma lady. Imediatamente fazendo o que o Estado PAGA para ele fazer.
Falando diretamente sobre o nosso movimento, estamos organizando um grupo para ser recebido pelo Governador do Estado, na negociação “por classes” que ele tanto alardeou. Para início de conversa, por classe é que não é. Estarão juntos policiais civis (Delegados e tiragem), policiais militares e agentes de DESIPE. Cada um ganha salários diferentes e tem solicitações
diferentes. Então, essa negociação, já começa errada, já que estão jogando todos num saco só. Mas estamos tentando de todas as formas estar lá, visando que nossa voz seja ouvida. Cobrando de sua Excelência a promessa que ele fez na última reunião sobre a diminuição das desigualdades entre as polícias. Eu tentarei estar lá, e quem já trabalhou comigo, sabe que eu falo o que tenho que falar...
Terça-feira, dia 11 de setembro, realizar-se-á uma reunião aberta na Academia de Polícia Militar, no Auditório. Todos os leitores estão convidados. Lá debateremos sobre os movimentos feitos e os próximos passos, na longa caminhada que estamos dando para a melhora de nossas vidas, tanto dentro da Polícia, como fora dela, com salário e condições dignas de trabalho.
Obrigado a todos pela paciência e de forma alguma morremos ou deixaremos isso morrer.
Juntos Somos Fortes!!!
E sabem por que o movimento não acabou e nem vai acabar?? Porque chegamos a um ponto que não temos mais alternativas. Ou melhoramos a Polícia Militar, com, principalmente, a valorização do nosso funcionário, através de salários dignos, ou ela se extinguirá. E não pensem que se extinguirá sozinha, caros leitores. Levará junto nossa irmã, a Polícia Civil. Mesmo com alguns ganhando muito bem, estão no mesmo barco que o nosso...
Por que eu falo isso? Porque estamos todos juntos no abandono, na falta de preparo, na falta de capacidade técnica e profissional, além, é claro na crise nacional de falta de honestidade e caráter. Tome por isso o exemplo de nosso amigo, o Delegado
de Polícia Civil Célio Eduardo Alcântara Erthal, que, recém ingresso na Corporação, foi acusado por diversas pessoas de realizar assaltos em Niterói, acompanhado de mais dois policiais civis e um agente do DESIPE.Acabou por aí? Claro que não... Alguns poderiam dizer que, na verdade, esse moleque de terno não deveria nem ter entrado na Polícia Civil, já que foi reprovado em algum exame, incorporando somente por liminar. É... poderiam dizer. Mas e a sua namorada??? A Delegada Raíssa Cellis, que assumiu a ocorrência dos supostos assaltos que o moleque realizara com os outros cúmplices – porque, para mim, aquilo era uma quadrilha, agiu como nós, policiais militares, estamos cansados de ver quando levamos um policial civil preso. Desqualificou a ocorrência toda. O ROUBO se transformou em DESACATO, sobre alegações para os PM's "deixarem isso pra lá".
Será que ela também não era para ser policial?? E os cúmplices?? Os dois policiais civis que ainda fugiram do local de crime. Também não eram para estar na Polícia Civil?? Será que a justiça é que é a culpada deles todos serem policiais? Alguns ganhando mais de 8 mil reais mensais do Estado para realizar assaltos!!!
Quinta-feira uma amiga foi em uma Delegacia. Ela, como milhares de mulheres, vem sendo ameaçada pelo marido após uma separação. Foi, orientada por mim, prestar uma queixa de ameaça. Simples assim... E o que o policial civil de plantão fez?? Disse que não iria realizar o registro!!! Simples assim também. Alegava ele que era muito difícil uma prova do que ela estava falando e que, então, não faria a ocorrência.
Novamente orientada por mim, solicitei que falasse para esse nobre “sei lá o que”, porque policial ele não é, que se a ocorrência não fosse registrada ela estaria comparecendo à Corregedoria Unificada e à Delegacia de Dia. Depois disso, o nobre “colega”, virou uma lady. Imediatamente fazendo o que o Estado PAGA para ele fazer.
Falando diretamente sobre o nosso movimento, estamos organizando um grupo para ser recebido pelo Governador do Estado, na negociação “por classes” que ele tanto alardeou. Para início de conversa, por classe é que não é. Estarão juntos policiais civis (Delegados e tiragem), policiais militares e agentes de DESIPE. Cada um ganha salários diferentes e tem solicitações
diferentes. Então, essa negociação, já começa errada, já que estão jogando todos num saco só. Mas estamos tentando de todas as formas estar lá, visando que nossa voz seja ouvida. Cobrando de sua Excelência a promessa que ele fez na última reunião sobre a diminuição das desigualdades entre as polícias. Eu tentarei estar lá, e quem já trabalhou comigo, sabe que eu falo o que tenho que falar...Terça-feira, dia 11 de setembro, realizar-se-á uma reunião aberta na Academia de Polícia Militar, no Auditório. Todos os leitores estão convidados. Lá debateremos sobre os movimentos feitos e os próximos passos, na longa caminhada que estamos dando para a melhora de nossas vidas, tanto dentro da Polícia, como fora dela, com salário e condições dignas de trabalho.
Obrigado a todos pela paciência e de forma alguma morremos ou deixaremos isso morrer.
Juntos Somos Fortes!!!
Ou Vão Conosco, ou PAREM DE RECLAMAR!!!
Caros leitores. Sempre acreditei nas coisas que eu faço. A partir do momento que achar que elas não darão mais resultados, simplesmente, como qualquer pessoa, vou me desmotivando e abandonando-as progressivamente.
Não ouso pensar que o nosso movimento acabou. Até porque, como sempre falei, não temos nenhuma outra opção. Ou melhoramos a polícia ou continuamos na mesma situação que vivemos há tanto tempo. Reclamando, reclamando e reclamando.
Muitas pessoas que vi, durante esses meus dez anos de polícia reclamando, nem seque compareceram às nossas reuniões. Pior... fizeram igual às pessoas que antes elas criticavam. Por que será? Será que tradições históricas e covardia de décadas são tão difíceis de alterar? Eu acho que sim!!!
Hoje em dia, na Polícia Militar, não formamos mais líderes. Sentimos faltas de pessoas que saiam dos nossos bancos escolares e se sintam realmente policiais. Se sintam com vontade de chegar em uma roda de amigos e dizer: EU SOU POLICIAL MILITAR. Hoje, dizer isso, é quase motivo de vergonha.
Pela primeira vez na história dessa nova Polícia Militar degradada que vivemos, chegamos numa bifurcação. Ou deixamos tudo como está e, se fizermos isso, pelo amor de Deus, PAREM DE RECLAMAR, ou continuamos nossa luta, nosso movimento, visando à melhora de todos que estamos nesse barco.
Para quem reclamava e hoje está tomando as mesmas atitudes, só posso lamentar por esses atos. Confiava que quando vocês pudessem realizar algo, tomassem as atitudes certas. Espero que um dia vocês não se arrependam do que hoje estão fazendo.
Para quem reclamava e hoje está acomodado, culpando tudo e todos pela falta de mudanças, menos você mesmo, fique sabendo que enquanto você não se engajar nessa luta, nada será alterado.
Para quem está acreditando e tentando mudar. Meus parabéns!!! Você já é um verdadeiro líder. Talvez se tivéssemos mais assim em nossas fileiras, seria muito mais fácil nossa luta contra o sistema corroído que está prevalecendo. Continuem conosco, pois contamos com vocês.
JUNTOS SEMPRE SEREMOS FORTES!!!
Não ouso pensar que o nosso movimento acabou. Até porque, como sempre falei, não temos nenhuma outra opção. Ou melhoramos a polícia ou continuamos na mesma situação que vivemos há tanto tempo. Reclamando, reclamando e reclamando.
Muitas pessoas que vi, durante esses meus dez anos de polícia reclamando, nem seque compareceram às nossas reuniões. Pior... fizeram igual às pessoas que antes elas criticavam. Por que será? Será que tradições históricas e covardia de décadas são tão difíceis de alterar? Eu acho que sim!!!
Hoje em dia, na Polícia Militar, não formamos mais líderes. Sentimos faltas de pessoas que saiam dos nossos bancos escolares e se sintam realmente policiais. Se sintam com vontade de chegar em uma roda de amigos e dizer: EU SOU POLICIAL MILITAR. Hoje, dizer isso, é quase motivo de vergonha.
Pela primeira vez na história dessa nova Polícia Militar degradada que vivemos, chegamos numa bifurcação. Ou deixamos tudo como está e, se fizermos isso, pelo amor de Deus, PAREM DE RECLAMAR, ou continuamos nossa luta, nosso movimento, visando à melhora de todos que estamos nesse barco.
Para quem reclamava e hoje está tomando as mesmas atitudes, só posso lamentar por esses atos. Confiava que quando vocês pudessem realizar algo, tomassem as atitudes certas. Espero que um dia vocês não se arrependam do que hoje estão fazendo.
Para quem reclamava e hoje está acomodado, culpando tudo e todos pela falta de mudanças, menos você mesmo, fique sabendo que enquanto você não se engajar nessa luta, nada será alterado.
Para quem está acreditando e tentando mudar. Meus parabéns!!! Você já é um verdadeiro líder. Talvez se tivéssemos mais assim em nossas fileiras, seria muito mais fácil nossa luta contra o sistema corroído que está prevalecendo. Continuem conosco, pois contamos com vocês.
JUNTOS SEMPRE SEREMOS FORTES!!!
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